No café, a Mia, esposa do David, veio perguntar quem iria se candidatar pro bush walk. Eu quase disse que não, mas...de novo, o pensamento de aproveitar ao máximo e a recordação de ter encontrado o búfalo ontem me fizeram aceitar.
Atravessamos o campo à frente da pousada e o Chase nos mostrou uma planta que você mistura com água e faz um detergente!!! Muito legal. Ele disse que dá pra lavar louça com aquilo...Depois pegamos a estrada que ia em direção ao lugar onde os leões tinham matado o gnu. Não achei que estivéssemos tão perto, mas depois de andar um tanto, ele falou pra gente parar, ficar quietinho e abaixar. Ele mostrou pra gente: a menos de cem metros, entre as árvores, muito precariamente, dava pra ver a juba de um dos leões. A Sandy, que também foi, tirou o binóculo do pescoço, e aí deu pra ver bem. Que demaaaaaaaaais!!! Ele estava olhando direto pra gente, e logo em seguida a leoa levantou e andou um pouco pra mais longe. O Chase disse, muito bem, eles estão incomodados, vamos embora. E fomos embora, por onde voltamos, na maior tranqüilidade. Quer dizer, com o coração a mil, mas numa boa, o que significa dizer que nenhum leão saiu correndo atrás da gente...Agora vou ser obrigada a ir em todos os bush walks, com medo de perder algum outro encontro fantástico.
Retornando, fui até o quarto e pus o biquíni. Antes dei uma passadinha básica na summer house, que é a área social da pousada e coloquei a bateria da minha câmera pra carregar. Agora, tirando dezenas de fotos, notei que ela já não está durando quase nada...Mas carregando antes dos drives é tranqüilo. Um mergulho na piscina, despedidas dos casais ingleses (Sue e Mike, Cindy e Peter) e banho, e depois computador (Nota: a pousada ficou sem internet até hoje, e por isso tenho escrito meus posts entre o retorno do bush walk e o chá da tarde, e salvado em um HD externo, para poder postar tudo hoje.).
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