quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Johannesburg, 6 de Fevereiro de 2012

Geeente....
Quem inventou o colchão inflável hein?
Se eu descobrir é perigoso ir atrás do infeliz e mandar prender...
Eu já tinha tido péssimas experiências com colchão inflável antes. A primeira vez foi na casa da minha tia, eram aqueles que não tinham cobertura de tecido e passei a noite acordando quando me virava e fazia barulho de plástico raspando na gente...Depois, nos EUA, numa exposição de cavalo árabe em que eu dormi no parque com os cavalos, peguei um colchão furado e acordei no chão.
Dessa vez, a princípio achei que o colchão inflável ia se redimir finalmente. Ele tinha cobertura de tecido e encheu na tomada, com um motorzinho, rapidinho. Duas horas depois acordei com o colchão esvaziado pela metade...Liguei de novo o motorzinho e ele encheu. Mais uma hora e meia de sono, e de novo, meu traseiro encostou no chão.
Que noite horííííííííííveeeeeeel!!!!! Não via a hora de dar cinco horas pra levantar...
Antes das cinco sentei no sofá (que aliás, se não fosse capenga de uma das pernas, teria sido minha cama alternativa) e fui escrever posts pro blog, porque não dava mais...
A Veronica ainda conseguiu dormir até umas 9, não sei como...
A Tereza saiu pra trabalhar às 7 e nós saímos pra explorar Johannesburgo às 10. Fomos até um shopping primeiro, tomar café e tentar conectar na internet, o que conseguimos por meia hora, que era o limite da cortesia de internet que o restaurante dava...
Depois resolvemos ir até um tal de Lion Park, que constava no mapa de Johannesburgo que eu tinha. Lá dizia que a gente podia segurar filhotes de leão no colo...
Chegamos lá, mas a energia do lugar era horrível. Hienas e um chacal presos numa área pequena já nos fizeram pensar duas vezes...
Fomos até o balcão e tentei descobrir se eles faziam algum trabalho de reabilitação ou reprodução para repovoar a fauna, mas vimos que era apenas um zoológico comercial, e apesar da pensamento fooooorte de querer segurar um leãozinho nos braços, decidimos que não iríamos apoiar esse tipo de turismo. Não é natural segurar um leãozinho no colo, de todo jeito, e fomos embora com a sensação boa de ter tomado a decisão certa.
Decidimos ir atrás de um lugar onde vendessem artesanato local e rodamos boa parte da tarde atrás disso. Primeiro nos indicaram uma tal de Sandton Square, que atualmente se chama Nelson Mandela Square, mas em volta são vários shoppings centers, não tinha  barracas de artesanato. Aproveitamos pra tirar nossa foto com a estátua do Nelson Mandela e com isso cumprimos nossa parte histórica da viagem! Hahahaha...

Finalmente, às 4 e pouco, achamos o African Market, um tipo de mercadão com várias barraquinhas de artesanato. Vimos muita coisa legal e fizemos umas comprinhas, e depois fomos arrumar um lugar pra jantar.
Conseguimos um restaurante com acesso ilimitado à internet e aproveitei pra postar mais fotos no blog e mais posts.
Quando saímos do restaurante já eram 8 e meia, e estávamos a quase 40 minutos da casa da Tereza.
Sinceramente, por mim eu passava a noite na balada, porque voltar praquele colchão inflável...Só de pensar eu queria chorar...
Mas a gente tinha que arrumar as malas ainda, o que significava que iríamos dormir tarde e, portanto, pouco...rsss...
Amanhã vamos levantar às 5  e meia, porque temos que devolver o carro alugado ainda e o vôo sai às 10 e 40, então temos que estar no balcão até 8 e 40.
Vamos lá encarar esse colchão maldito e amanhã, rumo de volta ao Brasil!!!

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